Go to content

Main menu:

Pára-quedismo. Porquê?

Sou pára-quedista

Melhor que as palavras, as imagens, os sons e o movimento melhor demonstram o que é ser pára-quedista militar...

Ser pára-quedista

O 1º vídeo, à direita mostra aquilo que são 50 anos de história de Tropas Pára-quedistas em Portugal. Foi compilado por mim com a intenção de servir de vídeo promocional. No youtube, tem cerca de 37800 visualizações (dados de setembro de 2011).

Sozinho no espaço
Após a conclusão do Curso de Queda Livre Operacional, mais conhecido pelo curso de SOGAS (Saltador Operacional a Grande Altitude), fica-se apto a realizar saltos até 35000 pés de altitude, a que corresponde cerca de 10000 metros). A essa altitude, é necessário estar protegido com um sistema de fornecimento auxiliar de oxigénio.

O vídeo da esquerda mostra um pouco do que é o ambiente a grandes altitudes, onde é possível obter velocidades consideráveis (no GPS marca 100 Kms/h)

A singularidade de um salto...

Saída pela rampa do C295, a uma altura de 12000 pés, cerca de 4000 metros. O pára-quedista que está na rampa está a efectuar uma saída de mergulho. Um pouco mais abaixo, acabo de sair face ao motor. Na fase de queda livre, que dura aproximadamente 50 segundos, os pára-quedistas podem executar vários exercícios.

À direita da foto consegue-se observar a zona de lançamento do Arripiado, que todos os pára-quedistas conhecem.

(Duplo clique para aumentar; arraste para ver)


pura adrenalina...

Data do salto: 2007

Zona de lançamento: Évora

Objectivo do salto: teste a um sistema de oxigénio que havio sido adquirido.

Altitude: 18000 pés

Distância percorrida em calote (pelo ar): 13 Kms

"Nunca me esqueçerei do meu primeiro salto!” – Será esta a resposta à pergunta que certamente já nos fizeram.
O salto em pára-quedas é uma prova de decisão, coragem e de terminação. O simples facto de  abandonar voluntariamente uma aeronave em voo para o vazio e esperar que um conjunto de panos e ferragens salvem  a nossa vida é algo de corajoso.
A apreensão, o bater acelerado do coração, o receio de não se saber se o medo será vencido, se irá ou não conseguir-se, mais uma vez, transpor a porta e lançar-se na incógnita.
As vozes de comando, a posição à porta, com as vozes de “EM POSIÇÃO!” e “JÁ!”, são comuns a todos os que ostentaram e ostentam uma Boina Verde. O trabalhar dos motores, o cheiro intenso a combustível,  o vento quente, a luz verde e o silêncio após a saída, são sensações, vozes, gestos e sons que ficaram para sempre memorizados.
A aparente singularidade de uma saída nunca deixará se ser simplesmente “a fase mais emocionante  de um salto”.
Saltar em pára-quedas é pois uma das maiores provas de decisão que um militar terá pela frente.  E servir-lhe-á de guia nas  futuras decisões...

Back to content | Back to main menu